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10.06.2021

Aranhas e pets: relação perigosa

Muito embora as florestas sejam ambientes distantes das cidades, alguns animais peçonhentos habitam os quintais e jardins das nossas casas, podendo estar mais perto do que imaginamos. 

É o caso das aranhas, comuns em qualquer época do ano. Perigosas para crianças e adultos, esses bichinhos tão pequenos podem representar risco também para os nossos pets. 

No artigo de hoje, vamos falar sobre como prevenir a presença de aranhas e o que fazer se o seu cão ou gato for picado por alguma das espécies mais comuns no Brasil. 

Quais as aranhas mais comuns no Brasil?

São mais de 40 mil espécies de aranhas existentes no mundo, 12 mil delas podem se adaptar no Brasil. Porém, vamos falar um pouquinho de algumas, mas na internet você encontra informações sobre todas e sempre é bom conhecer mais e melhor sobre esses animais, até para saber como lidar com eles se surgirem aí no seu jardim.

Três espécies são bem conhecidas por aqui: a Aranha Armadeira - uma das mais tóxicas e agressivas já vistas pelo homem; a Viúva-negra-americana - seu nome popular provém do seu comportamento de alimentar-se do macho após a cópula e a Aranha de Jardim - possui na parte dorsal do seu abdômen um desenho de seta. 

Há também a temerosa Aranha-marrom - a mais famosa do Brasil, que pode ser encontrada em regiões de clima quente, além da Viúva-marrom - que adora fazer suas teias em espaços domésticos.

Meu pet foi picado, e agora?

O mais importante é perceber que o pet foi picado, o que pode ser difícil, visto que eles não falam e as aranhas costumam ser pequenas o suficiente para passarem despercebidas.  Além disso, sinais clínicos podem se desenvolver após algumas horas do ocorrido, o que também torna complicada a identificação. 

Por isso, a indicação é de que você invista na prevenção e, claro, esteja atento ao ambiente onde seu pet brinca. Vale ressaltar que a picada inicial ocasiona dor de leve à moderada, mas algumas podem até ser indolores, como é o caso da Aranha-Marrom. 

Muito embora variem de espécie para espécie, as aranhas costumam causar cãibras, fasciculações musculares, rigidez abdominal, sangramento, vômito, diarreia, salivação excessiva, convulsões, coração acelerado, paralisia flácida e dificuldade respiratória. Lembrando que algumas mordidas podem ser fatais.

É fundamental que você consiga agir antes dos sintomas aparecerem para evitar o agravamento do caso. Por isso, se perceber um animal peçonhento perto do seu cão ou gato e desconfiar que ele pode ter sido picado, a recomendação é levar imediatamente ao veterinário. 

Qualquer alteração no comportamento do seu pet, seja apatia, agressividade, isolamento ou falta de apetite, é melhor consultar com um especialista a fim de verificar se pode ter sido pelo contato com algum animal peçonhento.

Prevenir é melhor que remediar

Essa frase está sempre na moda, não é mesmo? Pois ela pode, inclusive, salvar a vida do seu pet. Por isso, a Nutrire separou algumas dicas de como manter esses bichinhos peçonhentos longe do seu melhor amigo.

O primeiro passo é evitar a presença de outros insetos através de serviço de desinsetização. Isso porque as aranhas se alimentam de grilos, gafanhotos, baratas, cupins, besouros e formigas. 

Busque profissionais capacitados para aplicar inseticidas nos locais onde as aranhas costumam fazer suas teias e se reproduzir: cantos, vãos de janelas ou portas, entre outros. 

Atenção: Lembre-se que esses venenos são prejudiciais aos humanos e pets, portanto, muito cuidado ao manusear. 

Roupas antigas, caixas e objetos que ficam parados por muito tempo também podem atrair aranhas. Manter plantas, lixo e resíduos distantes das paredes das casas também ajudam nesse processo.

Lembre-se de manter a carteirinha de vacinação do seu melhor amigo em dia e, claro, faça as consultas com o seu veterinário de confiança regularmente.
 

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